O primeiro choque veio no restaurante. Peguei o cardápio e li: “Prato feito”. Pensei: feito de quê?. A garçonete me olhou confusa quando perguntei. Descobri naquele dia que no Brasil “prato feito” não é sobre o material do prato, mas sim uma refeição completa.
Depois, veio a história do “daqui a pouco”. Uma amiga brasileira me disse: “Já estou chegando, só mais cinco minutinhos”. Acreditei. Quinze minutos depois, nada. Meia hora, nada. Quando chegou, rindo, falei: “Você disse cinco minutos!”. Ela respondeu: “Sim, daqui a pouco!”. Aprendi que no Brasil, daqui a pouco pode significar qualquer coisa entre cinco minutos e uma eternidade.
E o mais estranho: um dia elogiei um amigo, dizendo “Você está muito legal hoje!”, e ele respondeu “Nossa, hoje?”. Só depois percebi que no Brasil, se você fala que alguém está legal “hoje”, pode parecer que normalmente a pessoa não é legal!
Cada dia era uma surpresa. Cada conversa, uma armadilha.
Se eu aprendi, você também pode
No começo, português parecia um bicho de sete cabeças. As palavras eram enormes, os tempos verbais, uma bagunça. Eu errava, misturava idiomas, às vezes travava completamente.
Mas eu continuei. Cometi centenas de erros, passei vergonha, pedi pão do jeito errado mais vezes do que posso contar. E um dia, sem perceber, estava falando português.

Se eu, um húngaro, vindo de uma língua completamente diferente – consegui aprender português, por que um brasileiro não poderia aprender húngaro?
A diferença entre desistir e aprender
Muita gente acha que húngaro é impossível. Mas difícil mesmo é estudar sem método, sem orientação, sem ninguém para te ajudar quando você trava.
Por isso criei o Húngaro do Zero. Porque eu sei que qualquer pessoa pode aprender, se tiver o caminho certo. Você não precisa perder anos tentando sozinho. Você só precisa de um método que funcione.
Se você já quis aprender húngaro, mas sempre achou difícil demais, eu te desafio: tenta do jeito certo.
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